25.2.06

Consultório íntimo do Incontinental

Carta de um leitor devidamente identificado:

Em tempos sonhei sair à rua num dia frio de Inverno, praticamente nu, agitando os braços ao som de ritmos tropicais, sorrindo enquanto a minha pele encarquilhava por acção do vento gelado e bebendo a água da chuva. Guardei este sonho em segredo, por vergonha e receio da censura social. Sei que sou louco. Haverá um lugar para mim, neste mundo?


Sim, caro leitor, há até vários: Ovar, Mealhada e Estarreja.